O Fundo STAG Blue Transformation Fund 1

Uma estratégia de private equity focada na economia azul portuguesa — inovação incremental, escala e qualidade para os mercados europeus.

Regressar ao futuro

O know-how já existe. Falta escala.

Há quinhentos anos

A economia azul portuguesa tem séculos de know-how artesanal: aquacultura em estuário, conservas de classe mundial, técnicas de processamento de bacalhau com 500 anos de história. Não é um sector emergente — é um sector maduro, sub-capitalizado.

Hoje

A Europa tem um défice comercial de €21,6 mil milhões em seafood por ano e a auto-suficiência da UE caiu para 37,5%. Portugal tem os activos, o clima e as espécies premium que os mercados nórdicos e centro-europeus não conseguem produzir. A oportunidade não é inventar algo novo — é modernizar, certificar e exportar o que já existe.

O futuro · 2026 → 2034

O SBTF 1 é o veículo para essa transformação: capital institucional, integração vertical e tecnologia ao serviço do produto — não o contrário. É desse trabalho que resulta a liderança europeia em qualidade.

Regresso à profundidade

A Europa precisa do que Portugal pode fornecer.

O mercado europeu de seafood tem um problema estrutural: consome 12% da produção mundial mas produz apenas 2%. A dependência de importações cresce todos os anos. Para Portugal, isso é uma oportunidade.

37,5%

Auto-suficiência da UE em seafood. Em queda desde 2014 (era 46,1%).

EUMOFA 2022

€21,6B

Défice comercial da UE em seafood em 2024.

EUMOFA

57%

da produção mundial de seafood para consumo humano já vem de aquacultura, não de capturas.

FAO SOFIA 2024

56 kg

consumo per capita em Portugal, 3× a média europeia. O maior da Europa.

EUMOFA

Três verticais, uma cadeia de valor.

O fundo investe ao longo de toda a cadeia de valor do seafood português, capturando margem em múltiplos pontos e criando sinergias entre verticais.

01

Aquacultura Sustentável

50% do fundo · €63M

Plataforma de aquacultura em estuário ancorada na NaturaFish (Alvor + Arade, Algarve). Robalo europeu e dourada em ambiente natural, com rastreabilidade certificável e capacidade de bolt-on. Crescimento por aquisição selectiva de activos adjacentes, não por especulação de múltiplos.

  • Espécies premium com procura crescente nos mercados europeus
  • Modelo estuary-pond com menor impacto ambiental que aquacultura intensiva
  • Caminho para certificação ASC quando comercialmente justificado
  • Capacidade combinada actual: ~1.200 toneladas/ano (Alvor + Arade)
02

Transformação de Seafood

35% do fundo · €44,1M

Consolidação da camada industrial a jusante: conservas, processamento de bacalhau, cold chain e distribuição. O objectivo é transformar operadores de commodity — sub-escalados e sub-automatizados — em plataformas de exportação com margens sustentáveis e acesso a canais premium europeus.

  • Sector dominado por PME familiares com sucessão em aberto
  • Modernização operacional como motor de expansão de EBITDA
  • Portugal tem produto de referência mundial: sardinha, atum, bacalhau
  • Pipeline activo: conserveiras (MBO em curso) + plataforma B2C (avaliação)
03

BlueTech

15% do fundo · €18,9M

Tecnologia ao serviço do produto. IoT, sensores, IA, automação e rastreabilidade para melhorar rendimento, eficiência energética e qualidade nos Verticais 1 e 2. O BlueTech não é uma aposta tecnológica independente — é um multiplicador operacional do portfólio.

  • Monitorização e apoio à decisão em aquacultura (sensores + analytics)
  • Rastreabilidade e compliance digital (chain-of-custody, audit-readiness)
  • Automação de processamento e optimização de rendimento
  • Optimização de cold chain e eficiência energética
Fotografia aérea das quintas de aquacultura da NaturaFish no estuário algarvio: tanques geométricos de água entre diques de terra dourada.

Portfólio em construção

Activo âncora · Primeiro investimento do fundo

NaturaFish

NaturaFish é a plataforma âncora do Vertical 1. Opera duas quintas de aquacultura em estuário no Algarve com infraestrutura integrada de produção e processamento. Capacidade combinada de ~1.200 toneladas/ano. Investimento: €16,1M.

Alvor

19 ha · 19 tanques · ~550 t/ano

Arade

21 ha · 22 tanques · ~650 t/ano

O fundo está a avaliar 2 aquisições adicionais no Vertical 1 e 2 alvos no Vertical 2 (incluindo consolidação de conserveiras e plataforma B2C). Detalhes disponíveis no CIM para investidores qualificados.

Instalações NaturaFish, estuário do Alvor e Arade — Algarve.

Sustentabilidade

Um fundo com impacto — não um fundo de impacto.

O SBTF 1 é um fundo de investimento com impacto — não um fundo de impacto. O retorno financeiro é o objectivo primário e não está subordinado a critérios extra-financeiros. A sustentabilidade entra como disciplina de gestão: é medida, planeada e melhorada porque determina acesso a mercado, prémio de preço e valor na saída. A distinção é explícita porque tem consequências legais e comerciais.

  1. Rating de entrada e saída

    Cada empresa é avaliada segundo uma metodologia própria de rating de sustentabilidade no momento da aquisição. A mesma metodologia é reaplicada à saída. O que muda entre os dois momentos é medido, não estimado — e é atribuível à gestão do fundo durante o período de detenção.

  2. Dois planos, um investimento

    Nenhum investimento entra em carteira apenas com um plano financeiro. Cada participada tem também um plano de upgrade de sustentabilidade, com acções e prazos definidos, executado no mesmo horizonte e revisto na mesma cadência. Certificação, eficiência de recursos e rastreabilidade são trabalho de criação de valor — não relatório.

  3. Verificação independente

    Os resultados de sustentabilidade atingidos são verificados por uma entidade terceira, independente do fundo e das participadas, e é essa verificação que sustenta a sua publicitação. O que não for verificável por terceiros não é apresentado aos investidores como resultado.

A metodologia completa, o plano de upgrade de cada participada e os resultados verificados são apresentados aos investidores.

Estrutura e Termos

Dimensão-alvo do fundo
€126M Classe A + B + C
Retorno anual alvo
20% IRR¹
Prazo
8 anos 2026–2034
Verticais
3 Aquacultura · Transformação · BlueTech

Gerido pela STAG Fund Management · €450M AUM · +1.000 investidores · +50 nacionalidades · Regulado pela CMVM

¹ Objectivo de rentabilidade, não garantido. O investimento no SBTF 1 envolve riscos, incluindo o risco de perda parcial ou total do capital investido. Rentabilidades passadas não garantem rentabilidades futuras.

Equipa

Equipa SBTF 1

António Castel-Branco

António Castel-Branco

Operating Partner, SBTF 1

Experiência operacional no sector da aquacultura e economia azul. Responsável pela gestão e desenvolvimento do portfólio. Chairman da NaturaFish; anteriormente em funções sénior no Barclays Bank e BPI. MBA pelo IE Business School.

João Reis

João Reis

Fund Advisor, SBTF 1

Especialista em estruturação de fundos de investimento e mercados de capitais. Suporte à estratégia e relação com investidores. +20 anos na economia azul; ex-membro do Conselho da Docapesca e assessor da Secretaria de Estado das Pescas.

Gonçalo Videira

Gonçalo Videira

Fund Advisor, SBTF 1

Especialista em estratégia comercial e acesso a mercado no retalho alimentar. Apoia o crescimento comercial das participadas. Director na Sonae, com uma integração vertical em aquacultura de c. €40M aprovada em Conselho; antes na P&G, Microsoft e L’Oréal. MBA pelo INSEAD.

Comité de Investimento e Gestão STAG

Manuel Pinto de Abreu

Manuel Pinto de Abreu

IC Member, STAG

+10 anos de desenvolvimento de negócio internacional, com experiência em imobiliário, energia e tecnologia.

João Fialho

João Fialho

IC Member, STAG

+10 anos em financiamento estruturado no Santander, com gestão de carteiras colateralizadas superiores a €20B.

Diogo Saraiva Ponte

Partner e Co-CEO, STAG

Co-lidera a STAG Fund Management, entidade gestora regulada pela CMVM com €450M em activos sob gestão.

António Pereira

Partner e Co-CEO, STAG

Co-lidera a STAG Fund Management, com responsabilidade pela estratégia da sociedade gestora e relação com reguladores.

Gisela Martins

Board Member, STAG

Membro do Conselho de Administração da STAG Fund Management.

Nathan Hellmann

Nathan Hellmann

Director of Business Development, STAG

Responsável pelo desenvolvimento de negócio e relação com investidores institucionais e family offices.

Processo de Investimento

Todas as comunicações são tratadas com estrita confidencialidade. O processo de investimento está estruturado em 5 passos.

  1. 01

    Contacto inicial

    Submeta o seu interesse através do formulário ou por e-mail directo.

  2. 02

    Acesso ao CIM

    Documentação completa disponível para investidores qualificados após validação.

  3. 03

    Reuniões

    Sessões individuais com António Castel-Branco, João Reis e a equipa sénior STAG. Inclui Q&A técnico.

  4. 04

    Due Diligence

    Verificação do track record auditado, revisão jurídica dos documentos do fundo e reuniões com empresas em portfólio (sujeito a confidencialidade).

  5. 05

    Subscrição

    Documentação de subscrição e comprometimento de capital.

Solicitar CIM Marcar Reunião

Resposta em 2 dias úteis. Comunicações tratadas com estrita confidencialidade.

Ecossistema & Parceiros

  • Finnova
  • BE Corporate
  • Fórum Oceano